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Se realizou  no Santuário da Divina Misericórdia mais uma tarde  muito louvor, adoração e muitas graças alcançadas, como sempre muitos fiéis compareceram e se encheram do Espírito Santo e Pe Ednaldo Gomes como sempre emociona os fiéis com a sua bela homilia.
“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me” (Lucas 9, 23).
MINH'ALMA TEM SEDE DE VÓS, COMO A TERRA SEDENTA, Ó MEU DEUS!
Primeira Leitura (Jr 20,7-9)
Leitura do Livro do Profeta Jeremias.
7Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir; foste mais forte, tiveste mais poder. Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro, todos zombam de mim.
8Todas as vezes que falo, levanto a voz, clamando contra a maldade e invocando calamidades; a palavra do Senhor tornou-se para mim fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro.
9Disse comigo: “Não quero mais lembrar-me disso nem falar mais em nome dele”. Senti, então, dentro de mim um fogo ardente a penetrar-me o corpo todo; desfaleci, sem forças para suportar.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus. 


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O Tempo Comum celebra o mistério de Jesus Cristo em sua globalidade e de forma integral

Desde o fim do Tempo Pascal, dia 5 de junho, até o 1º domingo do Advento, dia 3 de dezembro, e batismo de Cristo, a Igreja vive um período, considerado no Calendário Litúrgico, como “Tempo Comum”. O Tempo Comum ao contrário do que muitos pensam não é um tempo vazio de sentido.
Frei Faustino Paulo, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, lembra que neste tempo, composto por 33 ou 34 semanas, a Igreja não celebra um aspecto especial do mistério de Jesus Cristo, como nos ciclos da Páscoa e do Natal.
“O Tempo Comum nos convida a entrar no mistério das grandes pequenas coisas”, disse. O cardeal lembra que é fácil deixar-se inebriar pelas grandes festas que costumam deixar uma gota de amargor. O difícil, para ele, é fazer com que as pequenas coisas e acontecimentos se tornem eloquentes.
O assessor para a Liturgia explica que a tônica do Tempo Comum é revelada pela leitura contínua do Evangelho. “Cada texto do Evangelho proclamado na liturgia dominical nos coloca no seguimento de Jesus Cristo, desde o chamamento dos discípulos até os ensinamentos a respeito do final dos tempos”, disse.
Solenidades, festas e memórias
 No tempo comum a Igreja comemora as festas da Senhor, da virgem Maria e dos santos e santas. O domingo é tido, liturgicamente, como o principal dia de festa. Há ocasiões em que as festas que ocorrem durante a semana, são transferidas para o domingo. Por exemplo, as festas dos santos padroeiros.
Frei Faustino ressalta que o verde é a cor que caracteriza o Tempo Comum. “A cor está associada à esperança e simboliza o desenvolvimento normal da vida litúrgica que floresce de modo especial nos tempos fortes da Páscoa e do Natal e que produz o seus frutos na vivência do mistério de Cristo, ao longo dos domingos do Tempo Comum”, afirmou.
Para melhor compreender e vivenciar estes momentos, as Edições da CNBB oferecem o Guia Litúrgico-Pastoral e também a série Roteiros Homiléticos  do Tempo Comum I e II, todos podem ser encontrados no seguinte endereço eletrônico: www.edicoescnbb.com.br

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